Em 1º de abril de 2015 eu assinava minha carta de demissão.
Com frio na barriga, mas calor no coração.
Durante anos, pra não dizer décadas, eu sentia que estava desencaixada em um dos campos da minha vida, e pra mim era o campo profissional.
Eu tinha o emprego dos sonhos pra muitos, mas não pra mim.
Eu sabia que devia haver alguém que amaria de paixão fazer o que eu fazia, e durante muito tempo tentei descobrir o que eu poderia estar fazendo, qual era meu propósito.
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