Este foi o ano da Montanha Russa para muita gente.
Cheio de altos e baixos, frio na barriga, enfrentamentos dos nossos medos.
O ano em que começamos a duvidar de nossas dúvidas, questionar nossas perguntas (“será que estou fazendo as perguntas corretamente?’), observar a nós mesmos de um lugar de mais amor, gentileza e serenidade.
Muitos de nós estamos começando a entender que não somos nossos problemas, nosso berço, nosso currículo, nem nosso corpo (ou embalagem, como costumo dizer).





























